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Acreditar e fazer?

Eu sempre fui daquelas que dizem que veem a vida de uma forma mais realista, mas refletindo bem acredito que tenho um pezinho bem forte no pessimismo também, olhar as coisas com mais carinho parece uma tarefa difícil as vezes.


Sempre tive inspirações incríveis, pessoas e empresas que a gente pendura na parede pra um dia sermos e fazermos coisas tão inspiradoras quanto elas, mas as vezes eu as colocavas em “pé” de igualdade, loucura né? Mas elas deixavam de ser inspirações para serem alvos inalcançáveis naquele momento. Esquecia completamente que toda trajetória tem caminhos a trilhar e não a saltar.



Em meio a muitas neuras cheguei a conclusão que estava relativamente no caminho, reconheci minhas limitações e encarei a minha realidade. Respirei fundo, daqueles que o peito enche com força, e comecei a fazer com mais paixão e menos cobrança, fazer mais, descartar as peças erradas quando preciso sem dizer a mim mesmo que isso não poderia ter acontecido.


Comecei a acreditar e fazer, antes eu só fazia, fazia até bem, mas achando que faltava um maquinário “X”, ou dominar mais técnicas. Agora eu faço e acredito que com o que tenho posso fazer com qualidade e superar e mostrar superação em cada peça que saia.


Essa peça ai estava disponível na Moinho, uma loja colaborativa de Recife-PE, feita e produzida por mim para minha marca (independente) a Samar, hoje uma marca que finalizou para dar espaço a outros projetos, mas não deixo de me orgulhar o quanto aprendi até aqui.


Foto: @virginiaramoss

Produção: @anadoamor e @casa.moinho.

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